Buenos Aires - El retorno
Bueno, está foi a segunda vez que Kiko y yo fomos à cidade porteña juntos. Foi muito, mas muito bom =) Além do fato de nós dois estarmos lotados de coisas pra fazer ultimamente e ter sido uma ótima “mini-férias”, foi excelente porque não nos preocupamos com os pontos turísticos já conhecidos na primeira vez, em 2007.
Para começar, decidimos ir porque a Gol lançou uma promoção há um mês mais ou menos, onde a viagem para lá estava mais barata que uma ponte aérea. Aí fomos procurar hospedagem, e ficamos um pouco preocupados, porque a diária do hotel que nós ficamos da primeira vez estava em US$80,00, e ia ferrar o esquema de ir com um baixo custo pra lá. Acabei comentando com alguns amigos sobre isso, e o Léo Caldi deu uma ótima dica, que é a ByT Argentina, que é um portal para aluguel de apartamentos, e você escolhe onde quer ficar, e é ótemo para todos os bolsos e famílias
Escolhemos este daqui, pela localização, que é ótima, mas o apartamento ficava na frente do elevador (que tinha aquelas portas que você tem que correr duas portas para abrir, ou seja, barulhentas) e tínhamos uma vizinha que não sabia controlar os filhos pequenos, que choravam o tempo inteiro, então este foi o único porém.
O clima estava ótimo, tempo bom para andar e comer bastante, hohoho. Mas me lembrou muito São Paulo no inverno. O ar estava muito seco, nossos narizes sangraram um pouquinho e incomodou um pouco a vista, mas céu azul full time e uma temperatura em média de 16 graus, mucho bom!
Mas o que foi legal mesmo é que pegamos várias dicas de onde comer bem, e não onde comer bem para turistas, mas para os locais, o que foi ótimo, porque nos garantiu um ótimo custo/benefício. Peguei em alguns blogs (blog da Lalai, dicas do Marcelo Barbão, dicas da Rachel Verano, blog da Turista Acidental e dicas excelentes do Fabiano Goldoni - vai lá no dia 11/12/2008) várias referências, então se algo coincidir aqui, não é mera coincidência
Algumas dicas de sobrevivência: NUNCA troque seu dinheirinho logo que chegar em Bs. As. Você vai achar que o único lugar aberto é antes de sair daquela salinha das malas, mas há vida depois de lá. E o melhor, há o Banco de la Nación, aberto 7 dias por semana, 24h por dia, e com a taxa mais justa, é fato. Vale a pena esperar um pouquinho na fila, quando fomos, R$1,00 estava valendo $1,57. Li bastantes coisas falando de trocar pouco dinheiro, só para pegar o taxi até o hotel e alimentação e usar o cartão de crédito. Preferimos trocar uma quantidade que mais ou menos estipulamos para nossa viagem e boa. No finzinho ainda faltou um pouco, mas aí seguimos a sugestão do site do governo portenho, que vale super a pena baixar o guia básico em português. Super útil, ainda mais para quem vai pela primeira vez. Anotem o endereço e telefone da delegacia de turista e do SAME, serviço de saúde de lá.
Outra dica: Soubemos que a cidade está mais violenta, por causa da crise, e até já soubemos de uma morte de um brasileiro por assalto. Então fomos bem mais cautelosos dessa vez, daquelas dicas de andar com dinheiro espalhado pelo corpo, documentos escondidos naquelas pochetes internas, que ficam ou na cintura por baixo da camiseta. Além claro de olho aberto em todos os lugares.
Uma das dicas mais importantes: NUNCA peguem taxi sem ter o nome do Radio Taxi no carro. Primeiro, todos percebem que não somos de lá, por mais que usemos nosso melhor espanhol, acho que é a cara, só pode. Desde que estávamos pesquisando de ir pra lá lemos várias vezes que estavam passando muitas notas falsas, para ficar de olho, aquelas coisas. Assim que chegamos no Banco de la Nación, perguntamos para o atendente sobre isso, e eles têm até um folheto explicativo, mostrando uma dica para reconhecer uma nota falsa. Explico: Eles falam para prestar atenção na numeração da nota que você entregou. Aqueles numerinhos, que você nunca olha, sabe? Pois é, assim como você, a gente não entendeu o porquê daquilo, afinal, se estamos entregando uma nota, é para devolverem algum troco, se for o caso, né? Então, um dia, quase 2h da manhã, saindo de um restaurante de Puerto Madero, pegamos um taxi que estava parado em frente, um carro capengão (comum por lá), mas boa. E o taxista super falante, falando que já esteve no Brasil, se apaixonou por uma mulher na Bahia, e coisa e tal, super simpático mesmo. Aí chegamos e deu por volta de $12. O Kiko deu uma nota de $50 e ele segurou ela e perguntou se não tínhamos menor. Ficamos procurando, e tínhamos um pouco menos que $12, mas ele aceitou de boa e devolveu a nota de $50. Já viram o fim da história? No dia seguinte, quando fomos comprar alguma coisa, o Kiko deu a nota e era grosseiramente falsa. Mas muito, muito tosca. Impressa provavelmente em casa. Ficamos com muita raiva, e a dica que damos é: Sempre peguem Radio Taxi (passa toda hora, em qualquer lugar), tentem conversar com o taxista, para saber o nome dele (usei a técnica de que íamos precisar de taxi pra voltar pro aeroporto, aí eles passam tudo quanto é informação) OU se passarem uma nota alta, não ceda ao capricho de diminuir o valor, ele vai te enganar nesse segundo, pode ter certeza.
Bom, outra coisa legal de lá é que é tudo plano, então não cansamos como aqui, que temos bastantes ladeiras, sobe e desce direto. Mal tem curvas por lá. As quadras são divididas de 100 em 100, não como aqui em que uma rua é de 30 a 40 e a outra de 41 a 120, por exemplo. Então se você está no número 100 de alguma avenida e precisa chegar ao 900, é certo que vá andar 8 quadras.
Bom, agora vamos aos passeios e comilanças de fato. Como falamos no começo, não nos preocupamos tanto com pontos turísticos. Fomos numa de viagem gastronômica, e foram ótimas as dicas encontradas. Vou falando por ordem de data, para facilitar:
Domingo, primeiro dia: Como da primeira vez fomos embora num domingo de manhã, não tínhamos curtido a feirinha de antiguidade de San Telmo, então nosso ponto de partida foi lá. A feirinha é muito legal, nos impressionamos com a quantidade de talheres de prata à venda. Numa pracinha em frente ficamos com a impressão que as pessoas se reunem para dançar um tango, casualmente. Mas não é só na feirinha que tem antiguidades, toda San Telmo é lotada de lojinhas do gênero. Quando fui ao TMDG ano passado comprei uns bloquinhos ótimos de anotação, então uma das coisas que queria comprar eram os tais bloquinhos, e no mesmo bairro tinha uma papelaria que vendia, a Tienda Palácio (Defensa, 926), que apesar de carinha, é linda e tem vááárias coisas que você quer levar pra casa. Uma tentação.
Fomos também a uma padaria indicada, na rua Peru, entre a r. Humberto e r. Carlos Calvo. Muito gostosinha, e apesar de terem falado das empanadas, não gostamos tanto assim, porque era requentada, e a massa acaba ficando meio murcha. Mas os alfajores foram uma ótima dica, é caseiro, e a massa super suave, um ótimo achado.
Ficamos ainda andando pelo bairro, fomos à Cualquier Verdura, uma casa vintage onde tudo está à venda, muito fofa. Fiquei apaixonada pela cozinha! Também fomos à Galeria Mercado de San Telmo (Defensa, 961), com várias coisas antigas. Também tinha uma igrejinha super bonitinha por lá, e ficamos assistindo um pouco da missa em espanhol. Tudo isso para fazer um pouco de hora e ir ao restaurante Brasserie Petanque, super lindo, e bem gostoso. Eu pedi sorrentinos e o Kiko pediu lomo com batatas, e estava tudo muito bom. O atendimento é ótimo, o ambiente é uma delícia. Nossa nota: 9,5 (tanto para comida como custo/benefício).
Segunda-feira: Acordamos com as pessoas pegando o elevador para irem trabalhar e aproveitamos para sair junto. Claro, tínhamos que ir ao Tortoni, uma paixão turística, deliciosa e tudo de bom. Sempre demos sorte, mas em algum dos blogs lemos que o ideal é ir lá depois das 9:30h, porque antes disso é capaz de se pegar fila, pois o pessoal local também vai lá. Depois que conhecemos os tradicionais espanhóis churros com chocolate, ficamos apaixonados. E quando fomos a primeira vez a BsAs, não conhecíamos tal delícia. E agora que voltamos, vimos que na Argentina também é tradição, e lá no Tortoni é divino, fica a dica. Logo depois fomos pra Palermo, em uma livraria indicada maravilhosa, a “Boutique del Libro” (r. Thames, 1762), em que não dá a menor vontade de sair de lá. Boa para tomar um café vendo bastantes livros. Pena que são tão caros
Depois ficamos andando pelas ruas de Palermo, lindas, e achamos uma lojinha de cd’s que tinha um de “Tango & Beatles”, fácil de deduzir, né? Aí segui a dica do Cláudio Gil de ir à Papelera Palermo. Quase não fomos, achei que era uma papelaria normal….ah como ia me arrepender se não fosse…. é divina, tudo lindo, bem feito, cada papel, cada detalhe… comprei um caderno de papel feito a mão, vários papéis e uma pena metálica, que ainda não testei. Depois andamos mais um pouco e fomos a outra recomendação, o restaurante “El Preferido de Palermo”, onde o escritor Jorge Luis Borges almoçava. Muito aconchegante, é um bar com cara de bar, mas com um charme a mais. Muito barato, pensamos que os pratos fossem pequenos pelo preço. Só engano. Cada um pediu um prato e sobrou um monte. Eu pedi um bife à milanesa e o Kiko pediu uma vacío (fraldinha), e estavam muito bons. Nossas notas: 8 para a comida e 9,0 pelo c/b.
Depois do almoço fomos ao MALBA (Museu de arte latinoamericana de BsAs), muito bom, onde vimos o original do Abaporu (Tarsila do Amaral), Fridah Kahlo, Botero e outros. Não é um museu grande, vale super a pena e não é cansativo. Às terças é fechado. Tomamos um café e fomos para o apartamento, estávamos cansados. À noite acabamos indo à Galeria Pacífico, comemos no Burguer King e tomamos um sorvete de frutas no Freddo.
Terça-feira: Acordamos e seguimos outra dica, a de tomar café no “Café de La Rambla” (Posadas con Ayacucho - Recoleta), um clima super gostoso e sem ser turístico. Nossa pedida foi a dica do chocolate caliente com medialunas. Ótimo pra começar o dia =) E o lugar é lindinho, vale super! Depois fomos ao “El Ateneo”, que é outro da série turística e que toda vez que formos iremos lá. Mas tem que ser o da Av. Santa Fé, que é onde era o teatro, lindíssimo. Vale o cafezinho caritcho com livros para saborear
Andamos mais um pouco e já era hora do almoço. Fomos ao “El Cuartito” (Talcahuano, 937), um lugar super agradável também, onde a recomendação foram as empanadas. Que estavam de fato muito gostosas. Mas aí resolvemos pedir uma pizza, já que vimos que todos estavam pedindo, mas não foi uma boa ideia, não recomendamos. A pizza é razoável, mas certamente se acham melhores, como falaremos mais adiante. Mas o lugar é legal e tem fotos de vários times de futebol e de outros esportes também, com direito a camisa autografada do Maradona e foto do Senna.
Depois fomos à Plaza San Martín, tiramos algumas fotos e voltamos pro apartamento para dormirmos um pouco e ir ao Tortoni à noite para ver tango.
O Tango do Tortoni foi indicado em vários blogs como imperdível, mas honestamente não gostamos muito. É muito teatral, com pouca dança. Falamos isso em comparação com nossa primeira vez, em que fomos à Esquina Carlos Gardel ($245), que se não nos enganamos é um pouco mais caro que o Tortoni ($70) e dá de mil, além de eles terem nos pegado no hotel e ter o jantar incluído. Também teve outra coisa que me irritou, que foi uma apresentação de uma dupla de música folclórica argentina que tocou malambo, e eu tenho um problema sério com barulhos muito altos, me deu vontade de sair correndo dali. Nada contra danças folclóricas, é super legal, mas estávamos ali para ver tango.
Como tínhamos lido que a comida de lá não era muito recomendada, resolvemos ir a Puerto Madero para o jantar, e onde depois levamos o golpe da nota falsa, como falamos no começo. Decidimos jantar no “La Caballeriza” (Alicia Moreau de Justo, 580), que acabou sendo nossa refeição mais cara, apesar de termos dividido um prato. Pedimos uma empanada de carne cada, que foi eleita a melhor empanada de BsAs, onde podemos dizer que é boa, mas não a melhor. Ela é frita, mas o recheioé ótimo, mas mais pareceu um pastel bem recheado que empanada. Dividimos um bife com batatas fritas (pode estar parecendo repetitivo, mas é que a carne deles é sensacional. Se você pede bem passada, não é como aqui que vem quase queimada, simplesmente não vem vermelhona, vem super suculenta e saborosa). Deu super de boa para nós dois. O atendimento foi um pouco lento, apesar de estar bem vazio pela hora (era quase 1h). Bem para turista, mas bem gostoso. Nossa nota foi 9 para comida e c/b 8.
Quarta-feira: Tomamos café no Tortoni e decidimos ir para Belgrano, bairro que mal consta nos mapas turísticos, mas que é a continuação de Palermo e com metrô super acessível. Gostamos de lá, andamos a avenida principal (Av. Cabildo), mas acho que por não conhecermos acabamos nem entrando em loja alguma. Mas lemos que lá é mais barato que comprar na Florida. Fomos mesmo pra lá porque em um dos blogs havia indicação de dois lugares para comer empanadas, e que foram nosso almoço. A primeira foi a “Plaza del Carmen” (Av. Cabildo, 2500), onde foi indicada a empanada caprese. De fato, deliciosa, e o lugar super gostosinho também, mas é mais um grande restaurante que aconchegante. Eu (Bruna) acabo gostanto mais das empanadas de carne, porque as de outros sabores, principalmente com queijo, acabam me parecendo mais uma pizza fechada que empanada. Mas é super gostosa, recomendadíssimo. Acabamos comendo só isso lá porque tinha outro lugar pra ir. E lá fomos nós para o “La Paceña” (Echeverría, 2570), que foi eleita por nós a segunda melhor empanada ever. Como quem nos indicou falou, a massa é imperdível, absolutamente gostosa, acho que eles misturam farinha de milho, fica super crocante e deliciosa. E são feitas na hora. Caímos no erro de pedir uma e depois outra, e o atendende não gostou muito, disse que tínhamos que pedir tudo de uma vez, mas demorou um pouquinho e ficou tudo bem =). Adoramos. O Kiko pediu uma de carne suave e outra de presunto e queijo roquefort, que ele adorou. Eu pedi a de carne suave e depois a de carne picante. Recomendada para quem realmente gosta de coisas picantes, porque nem aguentei terminá-la, hehehe. Nunca tomei tanta coca-cola na minha vida, foi quase 1l para acalmar a língua, hehe. Mas muito boa também, até onde aguentei não me arrependi
Nota 10!
Depois fomos de metrô até Palermo e tentamos ir ao Museu Nacional de Belas Artes (Rodin, Monet, Renoir, El Greco, Goya…), mas estava fechado por causa de uma paralisação dos funcionários (manifestações são super comuns por lá. Povo mais politizado.), então voltamos pro apartamento, descansamos um pouco e fomos jantar. Que jantar. O melhor jantar ever. Fomos também por uma indicação no “Soberbo 22″ (Fitz Roy, 4691), em Palermo. Pedimos uma salada de rúcula com tomate cereja, tomate seco, queijo parmesão, palmito e cogumelos (super bem servida, dividimos tudo), pedimos uma carne e uma batata com cebola (tem um nome, esqueci qual…), além da entradinha cortesia de duas empanadinhas de carne e pães com um molhinho delicioso. Perfeito! Nota 10!
Depois fomos ao “The Cavern Club”, onde só tocam bandas covers dos Beatles (dã) e que tínhamos ficado na vontade na primeira vez que fomos. Foi a banda Rolldies que tocou, e basicamente o lado C dos Beatles, hehe. Gostamos, mas o baterista, segundo o Kiko, era muito fraco e não merecia os pratos Zildjian que eram tocados, hehehe.
Quinta-feira: Resolvemos arriscar e seguir uma sugestão de ir pra Recoleta e escolher um café aleatório para tomar el desayuno. Nos agradou o Café Victoria, com o patiozinho lindo e cheio de árvores perto, é em frente à pracinha do cemitério. Como era nosso último dia, caprichamos, pedimos um super café, e estava delicioso. Tenho um sério problemas com pombos. Nunca gostei deles, e a definição mais exata que já ouvi foi a do meu professor de Biologia do colégio, que era que “pombos são ratos com asas”. E como era aberto e com comida, o que tinha bastante eram pombos gordos e querendo nossa comida. E como tem em qualquer lugar, tem uns espertões sempre dando comida para eles. Mas, resumindo, tem bastantes pombos. E por favor, não dêem comidas aos pombos.
Depois fomos ao Museu de Belas Artes, e estava aberto =) Curtimos muito, super vale a visita. O segundo andar foi um pouco dispensável para nós, mas para quem gosta de cultura local, é deveras interessante!
Depois ficamos andando pela Recoleta, que é lindíssima, e fomos a uma última sugestão de empanadas. O “La Cholita” (Rodriguez Peña, 1165), onde a sugestão era carne picante. O lugar é lindo, mas quando fui pedir a empanada, ele disse que era ao lado, que era do mesmo dono, mas que a especialidade era massas. Meo Deos. De novo. Meo Deos. Massas para nenhum, nenhum paulistano pôr defeito. DI-VI-NO. Chama-se “Cumaná”. O clima é delicioso, as empanadas divinas. Íamos ficar só nas empanadas assadas em forno a lenha (pedimos de carne e carne picante, que era picante mas suportável), mas não resistimos, vimos alguns pratos serem servidos e ficamos com água na boca. Pedimos um calzoni GRANDE (não sabíamos que era tão grande, dá perfeitamente para 4 pessoas com muita fome) de presunto, queijo e champignon. E além de ser assado em forno a lenha, vem com muita cebola com orégano em cima. Muito, má muito gostoso. Pedimos 3 cocas-colas também e sabem por quanto saiu tudo isso? $50 já com gorjeta. Pena que foi o último que fomos, mas foi perfeito.
Depois fomos andando bastante (para diminuir a culpa na consciência de ter comido tanto) e chegamos no apê. Fomos ao Tortoni pela última vez para comprar 2 canecas e tomar um cafezinho con crema, perfeito claro.
E por último, voltamos pro apê, tentamos dormir um pouco e fomos embora… A viagem foi ótima, valeu super a pena, é uma cidade encantadora.