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Gravidez - 19 semanas

Postado por bruna em Oct 14, 2009 em 2009, gravidez

Pessoas, aqui vai um videozinho da nossa Lori, agora com 19 semaninhas e com o sexo descoberto =) Ela é muito lindinha, já dá pra ver que vai ter a boquinha do Kiko, e pela primeira vez o papai já sentiu ela na minha barriga =) É uma sensação deliciosa.

Depois escrevemos mais, é só para postar o vídeo mesmo, mostrando ela deglutindo várias vezes, super bonitinho!

Lorena (clicar aqui para ver o vídeo)

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Sangue novo

Postado por bruna em Sep 15, 2009 em 2009, amor, gravidez

Há 15 semanas Kiko e eu estamos “grávidos” =)

Não gosto de monopolizar a gravidez, não acho que seja só minha, e o Kiko tem 50% de participação neste negócio, então estamos grávidos sim, hehe.

Estamos bastante felizes, ainda não sabemos o sexo, mas os nomes estão definidos, Theo ou Lorena. Sempre que falava em filhos pensava em ter o primeiro menino e depois uma menina, mas já sonhei 3 vezes que era menina, então passei a achar que é a Lorena, mas meu cunhado acha que é menino com certeza… o importante realmente é que venha com muita saúde, fato!

Não tive o sintoma clássico da gravidez, que são os enjôos. Passei sem saber o que é um vômito, que bom, não? Mas tive muito sono, mas muito sono, a ponto de dormir quase 20h num único dia, de tão cansada. Agora já passou um pouco essa fase, estou bem mais disposta. Outra coisa que estou tendo por causa da gravidez é pressão baixa. Espero que se mantenha assim. A minha normal é 10×6, mas agora anda 9×5 fácil.

Tem umas coisas que realmente mudam… o humor não mudou, mas fico irritada muito mais fácil e choro de tal maneira que é incrível. Às vezes tou rindo e do nado começo a chorar totalmente sentida, vai entender, hehe…

O Kiko tá sendo um paizão já, todo babão, tenho certeza que vai ser o melhor pai do mundo! Tá todo empolgado, hehe =)

Ainda não estou com barriguinha, mais parece que comi demais, mas vi que é normal, principalmente para primeira gravidez.  Então às vezes me sinto mais grávida em alguns momentos e em outros até passa despercebido. Por estar com a pressão baixa, às vezes dá vontade de pedir pra sentar no metrô ou no ônibus, mas vão achar que sou folgada, ao invés de acreditarem que estou grávida, mas logo logo poderei passar na fila do banco e na fila dos mercados, hehehe

Agora também notamos que o tempo passa em função de semanas, não mais por meses =D Por exemplo, agora estamos de 15 semanas, não de quase 4 meses completos. Até porque a conta é diferente… Explico… se estou na 15 semana já estou no 4 mês, porque já se completaram 12 semanas, que são os 3 meses… Dá pra entender? Meio complicado, hehe.

Enfim, estamos bastante empolgados, e vou contando por aqui como está indo tudo =)

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Bando de sem colhones

Postado por bruna em Jul 15, 2009 em 2009, críticas, desabafo, facul, pensamentos, relacionamentos

Como sou uma menina e pega mal ficar falando palavrões, vou mandar tudo ao santo lugar do f***-** e mandar todos aqueles que se ‘importam’ com minha digníssima presença à m****.

Grupo? Somos um grupo? Odeio grupos.

Vamos fazer tudo para ser melhores, para termos mais voz? Não, aulas de reposição aos sábados não dá, impossível.

Vamos fazer algo de alto nível? Não, tá muito complicado.

Cansei. Vão tudo catar coquinho na ladeira, vão.

Bando de falsos que não sabem o que querem da vida. A frase do professor  é master. Quer moleza? Senta no pudim.

Claro, para tudo existe exceção, que bom.

E digo mais, não me venham com mimimi, pelamor.

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De volta, mas antes, um pouco de luz

Postado por bruna em Jul 13, 2009 em 2009, viagem

Pois é pessoas, voltamos nesse sábado à terra brasilis, mas antes, vou lhes contar sobre nossa última parada, a cidade luz (como é bom voltar a escrever com acentos, hehe).

Particularmente me surpreendeu. Acho que o Kiko sempre teve vontade de ir, mas para mim, tanto fazia. Achava um povo enjoado e metido, além de que, para mim a cidade nem era tudo isso…. nossa… quanto engano junto!

Foi maravilhoso lá. A cidade é linda, as pessoas são bem educadas (verdade que não sabem falar muito bem inglês, mas a boa vontade já ajudava e muito), e quem na verdade estraga um pouco são os turistas, haha. A gente viu em um guia que lá mesmo vivem só 2 milhões de pessoas. Não é muito, comparado com Rio ou São Paulo. É como se fosse uma cidade média-grande para gente.

Enfim, lá estávamos um pouco mais descansados porque em Praga conseguimos dormir um pouco mais, mas o cansaço da viagem toda estava pesando bastante. No entanto, andamos muito, o que foi excelente. Fomos de cara a Notre Dame de Paris, que além dos vitrais magníficos, o que mais chamou a atenção foi a parte externa mesmo, depois fomos à Santa Capela, também impressionante por seus vitrais, que nunca foram destruídos, apesar das guerras e depois ficamos andando, indo em vários outros pontos turísticos… até nos depararmos com o Arco do Triunfo, que na minha opinião, foi o mais bonito que vi por lá. E o mais legal, dá pra subir, e a visão é divina. Vimos um pôr do sol lindo,  e ver toda a cidade sair de lá foi algo realmente marcante. Esquecemos que a partir das 22 a Torre Eifel fica iluminada, e acabamos descendo, o que  foi uma pena, porque 5 minutos depois, lá estava ela magnífica brilhando e brilhando… mesmo assim, ficamos curtindo a vista de baixo mesmo.

No dia seguinte fomos ao Louvre, realmente sensacional, mas talvez não tanto para quem estava apenas de passagem. Kiko e eu desenvolvemos a técnica da visita aos museus, hehe… cada um vai vendo metade do museu e vê o que tem de importante e chama o outro. Economiza um bocado de tempo e vemos bastante coisa anyway. Vários Da Vinci, Botticelli, até Vermeer, que o Kiko tá gostanto muito agora. A única coisa que não sei se não vimos com a pressa foi algum quadro do Van Gogh, o que nos chamou bem a atenção.

Bom, depois fomos à Torre, e pegamos uma boa filinha, pois eu me recuso a subir tudo de escada, hehe. Já basta o Arco do Triunfo, que até subimos de boa, mas cansa, ainda mais nessa altura da viagem. Conhecemos uma menina muito fofa na fila do elevador, de 7 anos, que queria subir de escada de qualquer maneira, e tava desesperada que os pais queriam ir de elevador, hehe… ai meus 7 aninhos…. a parte mais alta da Torre estava fechada na hora da fila, porque o tempo lá é bastante instável, e foi suficiente pro maridão ficar um pouco assim, pois ele realmente gosta de coisas bem altas, hehe. Mas assim que chegamos no segundo nível,  o que já tava excelente para mim, já conseguia ver tudo e passar um pouco mal, a gente viu que abriu lá em cima. Aí lá foi o maridão subir… eu fiquei, hehe. Ele gostou bem e disse que realmente é de morrer de medo =)

Depois fomos ao Sagrado Coração, que até precisamos ver um pouco da história, pois não nos pareceu nada demás, além de uma igreja muito bonita com mais vitrais lindos.

Depois tentamos ir ao Pantheon (?), mas pelo segundo dia chegamos e já estava fechado. Tudo bem, valeu a visita a uma lojinha de caligrafia e coisas artísticas na rua da frente, deveras interessante para a que escreve aqui. Dá simplesmente vontade de viver disso, aprender e aprender cada vez mais. Ai ai… Enfim, à noite fomo jantar em um café em frente à Notre Dame, e estava muito gostoso. Tomamos a sopa tradicional de cebola deles, e é realmente deliciosa. É bem diferente da que faço, que é um creme, praticamente, mesmo assim, divina.

Bom, o terceiro e último dia foi de passeios aleatórios, mas o que marcou foi ter ido ao Pantheon (o nome se deve a uma quase cópia do de Roma, e é impressionantemente parecida a fachada com o de lá, mas achamos no fim o de Roma mais bonito), onde tem um pêndulo giga muito legal. Também lá estão enterrados Victor Hugo, Voltaire, entre outros. Bem legal.

Almoçamos no bairro boêmio de lá, e comemos divinamente bem, afinal, era nosso último dia =/. Também não vimos em nenhum momento aqueles pratos minúsculos que tanto falam que são os pratos franceses, sempre foi tudo super bem servido. Também notamos o quanto de sal que nós, brasileiros comemos. Lá, até o sal parece menos salgado, sem brincadeira. E eles não lotam de sal como aqui, o que deixa a comida com muito mais sabor até.

Bom, nos despedimos no Arco do Triunfo, ficamos lá por um bom tempo, e depois pegamos as malas e fomos pro aeroporto… A despedida sempre é triste, mas a viagem foi deliciosa, acho que eu curti muito mais do que a outra, e o Kiko estava super de boa, foi muito bom mesmo.

Agora, de volta a realidade, né?

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na cidade mais linda

Postado por bruna em Jul 6, 2009 em 2009, viagem

Hoje chega ao fim nossa jornada em Praga. Foi a cidade mais bonita que passamos. A mais bonita e romantica ate agora. Temos mais Frankfurt e Paris, e por isso acho que nao vai ter mais bonita…

Ficamos 3 dias aqui, 2 inteiros e 1 quase inteiro, hehe. Amanha cedo viajamos.

Eh uma cidade encantadora, que da pra fazer tudo a pe. Chegamos e descansamos um bocado, pois estavamos numa jornada meio  de correria. Ainda no primeiro dia saimos pra passear, fomos ao Centro da cidade, ficamos vendo tudo. Estavamos com fome, mas como toda cidade turistica, o centro eh o mais caro. Fomos andando, e como aqui eh cheio de vielas no meio das grandes ruas mesmo, entramos em uma e descobrimos um restaurante italiano, que aqui tem muito, e achamos um chamado Einstein, que honestamente, a identidade visual parecia do boteco da esquina, mas a comida eh simplesmente maravilhosa, e o melhor, barata, hehe. Tipo, comemos super bem todos os dias e nao saia por mais de 30 reais cada refeicao jah com bebida, muito bom.

Aqui tudo eh estilo Art Nouveau, e eles tiveram um grande artista, que eh facilmente encontrado em cada esquina, o Mucha, que confesso que nunca tinha ouvido falar e fiquei bem curiosa, porque os quadros sao belissimos. Alem de ele ter feito varias propagandas tambem. Aqui tambem eh a cidade de Kafka.

A  cidade eh encantadora por causa de suas ruazinhas com construcoes antigas, de suas pontes belas e do rio que passa por baixo delas. Muito bonita mesmo. Recomendadissima.

Agora o Kiko vai falar de Viena, cidade que passamos antes de Praga.

Fomos de Budapeste para Viena de trem, saindo logo cedo. Chegamos em Viena e fomos direto pro nosso hotel. Como chegamos antes da hora do check in, tivemos que esperar. Depois de esperar uma boa hora e meia, a mulher disse que nao sabia que horas o quarto ia estar liberado. Entao, deixamos as malas la e fomos com as mochilas pro castelo de Schonbrunn, casita de verao dos Habsburgos. Muito bonito, especialmente o pequeno jardim deles…. Da pra se perder por la. Vimos ate varios esquilos, muito bonitinhos e sem medo da gente.

De la voltamos pro hotel e ficamos esperando minha irma - de consideracao - austriaca, que ficou de nos buscar no hotel para jantarmos na casa dela. Foi muito legal, porque juntou a familia toda dela la pra jantar com a gente. Eu ja conhecia uma parte da familia, mas nem todos. Foram todos super legais, com bandeira do Brasil pra receber a gente e tudo. Fizeram um raclete - comida suica - excelente pra gente e com um drinque de recepcao. Foi muito bom e passou super rapido. Uma pena, porque logo estava na hora de voltar.

No dia seguinte, ficamos andando pelo centro da cidade, que eh onde esta tudo concentrado. A cidade eh bem bonita, muito parecido mesmo com as da Alemanha, mas tem jeito de cidade grande e, talvez por isso nao fique tao atraente. Depois, a noite, ainda fomos a um concerto de orquestra e canto no castelo de Schonbrunn, tocando uma secao de Mozart e depois uma de Strauss, incluindo Danubio Azul, que tinhamos curtido tanto em Budapeste, mas que tambem passa em Viena. Depois do concerto, ainda fomos a um lugarzinho nada turistico, mas super especial pra gente, que eh uma fonte em uma praca onde foi filmada uma parte do filme Antes do Amanhecer, sobre o qual eu e Bruna conversamos no dia em que nos conhecemos. Muito lindo e tranquilo o lugar.

No dia seguinte viemos pra Praga cedinho e esta historia a Bru ja contou ai em cima.

Bom, como diria o Seu Jorge, eh isso ai…….. :D

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dancando valsa

Postado por bruna em Jul 2, 2009 em 2009, viagem

Hoje ja estamos em Viena, mas vou falar sobre Budapeste. Como voces devem imaginar, eh muito bonita. Eh bem diferente da Europa que conheciamos ate entao. Os precos sao muito parecidos com o do Brasil, e ate mais baratos em alguma coisas.

Como teve varias invasoes, tem muita influencia tanto ocidental, como oriental, como pudemos ver em uma igreja que era  toda pintada ao estilo oriental.

Eh uma cidade que nao esta preparada para o turismo, poucas pessoas falam ingles, e nas estacoes de metro ninguem fala, ninguem soube informar nada. Foi bem complicadinho… alem de nao ser nem um pouco acessivel. Nos com malas e as estacoes com saidas soh com escadas de concreto, uma tristza para meus bracinhos, hehe.

O rio Danubio eh muito bonito, e como nao sabiamos, levamos um choque ao ver que ele estava invadindo as ruas, e tinham tuneis e avenidas fechadas por causa disso. Mas o cara do hostel que ficamos disse que eh comum nessa epoca do ano, por causa das chuvas.

Ontem a noite fizemos um passeio lindo, que foi um jantar em um barco no Danubio, e para quem nao sabe, aquela primeira valsa que se danca quando a gente casa chama-se Danubio azul, entao por isso o titulo do post, hehe.

Estamos bem cansados a essa altura da viagem, mas esta passando muito rapido. Mais rapido que a viagem do ano passado. Hoje vamos tentar descansar um pouco, mas sabemos que vamos sacrificar um dia aqui, porque soh temos mais amanha.

Aqui esta muito quente, e apesar do protetor, estamos bem queimados jah. Acho que o verao realmente comecou. Pegamos friozinho soh no comeco da viagem, na Alemanha.

Eh isso, pessoas, por hoje eh soh. Besos!

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na praca dos cavalinhos

Postado por bruna em Jun 30, 2009 em 2009, viagem

Gente, como somos chiqes, estamos agora no aeroporto de Oslo esperando o voo para Budapeste :-).

Oslo eh linda, gostei demais, e soh para terem ideia, foi o lugar que passamos mais calor. A media ficou nos 30 graus, o que nao eh pouco, nem para nos que estamos acostumados com o calor.

Aqui eh uma cidade grande com cara de interior. Sao entre 300 e 500.000 habitantes, entao eh como se fosse uma cidade media de interior para a gente. Aqui tambem foi o lugar mais caro que ja passamos. Regulamos muito o dindin, pois soh para terem ideia, um dia resolvemos ir ao Mc e nos custou o equivalente a 55 reais, o que no Brasil nao sai por mais de 25.

Eh um lugar calmo, limpo e muito bonito, de fato. Fomos ao musical do Mamma Mia, mas nao entendemos ada porque era em noruegues, hehe. Sorte que tinhamos visto o filme antes, entao pudemos entender um pouco.

O Kiko ja tinha vindo aqui ha 10 anos atras, para fazer um curso de estudos da paz em uma universidade, e ele simplesmente eh louco pela cidade. Foi muito gostoso tudo. Tudo funciona bem. Encontramos tambem uma amiga dele desde a epoca que ele veio, e foi bem divertido, apesar dela nao parar de falar, hehe. Ela tem 3 tartaruguinhas marinhas, muito lindas, mas aqui na Noruega eh proibido ter repteis em casa, inclusive as tais, engracado, neh?

Os parques sao lindos, e o que leva o titulo deste post eh porque eu fiz ideia de que era uma big cidade, tipo sumpaulo, soh que organizada, e nao, nao tem nada a ver. Eh ma cidade deveras calma e linda, e ai eu fiquei brincando com o Kiko que o lugar que ele mais gosta daqui, um cais que se chama Aker Brygge, parecia nossa Praca dos Cavalinhos no Rio, que eh perto de onde moramos, na Tijuca :-). Mas eh um pouquinho maior, hahaha…

Como tudo eh muito caro aqui, a partir do segundo dia comecamos a tomar um big cafe da manha no hotel e ainda preparamos uns sandubas que foram nossos almocos, hehe. Eh por incrivel que pareca, a Pringles eh mega barata aqui, tipo 4 reais, entao nossos almocos foram sanduba do hotel + Pringles :-). Deveras gostoso!

Bom, acho que eh isso por agora, pessoas. Vamos embarcar para 2 dias na capital hungara.

Beijos e saudades!

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metro para todo lado

Postado por bruna em Jun 26, 2009 em 2009, viagem

Oi pessoas, faz tempo que nao escrevemos, ne?

Estamos em Londres, e hoje eh nosso ultimo dia aqui =/ Eh uma cidade deveras interessante, muito bonita e cheia de gente!

Ainda na Alemanha, achamos Berlim linda, mas acho que nao moraria la, porque por mais que as guerras ja tenham sido e o muro caido, acho que ainda tem um clima um pouco estranho la, nao sei explicar bem o que eh.

Eh impressionante como a Alemanha eh limpa e organizada. Parece que as coisas de fato funcionam por la. Eu moraria facil em Hamburgo, por exemplo. A Gimba contou que eh a cidade mais verde da Alemanha. Tem uma grande preocupacao com o meio ambiente. Ficamos um domingo em Berlim, e as pessoas mal saem na rua. Eh dia de ficarem em familia, tudo fica fechado.

Londres eh bem ao contrario, um movimento soh, o que eh bem gostoso tambem. Eh uma cidade bem mais poluida, o que se comprova pela mao suja a cada hora. Metro eh transporte obrigatorio, muito bom mesmo. Pra tudo que eh lugar. Aqui tudo eh muito caro (ui), pois nossa moeda vale muito menos e os precos sao equivalentes (uma agua, por exemplo, chega a £1,5, sendo que £1 estamos contando como 4 reais…). Doi no bolso. Fomos a dois musicais (We will rock you - O Kiko falara sobre isso depois, claro e Les Miserables, lindissimos), ao Big Ben, `a troca  da guarda (muito chata) no palacio, na London Eye (giga giga giga), museu de cera (Madame Tussaud), entre outros lugares lindos. `A noite era obrigatorio ou a Leicester Square ou Covent Garden, pontos agitadissimos da cidade, sempre lotados.

Aqui encontramos muitos indianos e  muculmanos, ao contrario do Brasil. Achamos que aqui eh mais diversificado que ai.

Manana estamos indo pra Oslo, paixao do Kiko, e eu tou com uma ideia que eh um lugar quase sem habitantes e cheio de neve, mas ele disse que nao eh bem assim, hehehe… Veremos.

Estamos bem cansados, temos andado bem, mas o esquema do Kiko de ficarmos em um B & B perto de uma estacao de metro foi excelente! O cafe da manha eh otimo e temos acesso a todos os lugares muito facilmente.

Eh isso, pessoas! Estamos aproveitando muito, soh isso que podemos falar ;)

Besos and quesos!

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Na casa da tia

Postado por bruna em Jun 20, 2009 em 2009, viagem

Gente, hoje viemos pras Europa, e de fato, a ficha só caiu quando chegamos a Hamburgo. E mesmo assim, ainda não caiu tanto… Essa semana foi bem agitada, acho que por isso nem tivemos tanto tempo pra curtir a ansiedade…

Anywhise, pegamos o vôo 443 da Air France, um boing 747, e estava lotado, com mais de 400 pessoas a bordo. O vôo foi bem melhor que o do ano passado, que viemos pela Iberia e ficamos muito cansados pelo espaço bem pequeno entre as poltronas. O vôo de agora foi bem estável, a comida estava muito boa e foi tudo direitinho. Chegamos a Paris e encontramos o Torben Grael na fila para o desembarque, muito gente boa, e estava indo para Kiel, um lugar para competir. Muito gente boa mesmo.

Depois passamos pelo controle de imigração, foi super de boa, e depois pegamos o vôo num Foker 100 (uhhh) e também chegamos vivos a Frankfurt. Foi bem turbulentinho o vôo, mas mais por causa da aeronave pequena que fomos. Chegamos e pegamos o trem para Hamburgo. Dormi praticamente no colo do Kiko a viagem toda, estávamos bem cansados. A viagem foi linda (na parte que vi, hehe), é muito diferente, né, gente? Pena que no Brasil não temos trem como transporte principal.

Tia Gina (irmã do Kiko) e o tio Rossi (marido dela) nos pegaram na estação e fomos dar uma voltinha básica na cidade. Ela nos contou que Hamburgo é a cidade mais rica e mais verde da Alemanha. Muito linda mesmo, parece que tudo funciona… Hamburgo é uma cidade-estado (uma das 5 únicas da Alemanha). Fomos passear pelo centro da cidade e passeamos no Rathaus (tipo uma prefeitura), Alster, comemos salsicha de curry com batatas fritas deliciosas com ketchup picante e depois passeamos em um shoppinzinho, onde tomamos um Caramel Machiatto, na Starbucks, hmmm… Depois voltamos pra casa dela e comemos um Raclete (um tipo de fondue mais gostoso =) delicioso com um vinho muito gostoso.

Tivemos um pequeno problema com nossas bagagens, por causa da conexão em Paris. Ficamos meio desesperados, mas eles prometeram entregar ainda hoje aqui em Hamburgo, e cumpriram com a palavra. Muito direitinho… É muito estranho imaginar que no trem as pessoas deixam as coisas nos seus lugares e saem para andar, na boa, sem se preocupar, que as coisas são resolvidas sem maiores problemas…. que você pode confiar nos outros, mesmo sem conhecê-los… ai ai….

Amanhã vamos a Berlim com a Gimba e o Rossão, e ficamos até segunda. Aqui estamos com 5 horas a mais que no Brasil. Acho que é isso. Um super beijo e vamos escrevendo por aqui na medida do possível.

Super beijo!

Bruna e Kiko

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Buenos Aires - El retorno

Postado por bruna em Jun 12, 2009 em 2009, viagem

Bueno, está foi a segunda vez que Kiko y yo fomos à cidade porteña juntos. Foi muito, mas muito bom =) Além do fato de nós dois estarmos lotados de coisas pra fazer ultimamente e ter sido uma ótima “mini-férias”, foi excelente porque não nos preocupamos com os pontos turísticos já conhecidos na primeira vez, em 2007.

Para começar, decidimos ir porque a Gol lançou uma promoção há um mês mais ou menos, onde a viagem para lá estava mais barata que uma ponte aérea. Aí fomos procurar hospedagem, e ficamos um pouco preocupados, porque a diária do hotel que nós ficamos da primeira vez estava em US$80,00, e ia ferrar o esquema de ir com um baixo custo pra lá. Acabei comentando com alguns amigos sobre isso, e o Léo Caldi deu uma ótima dica, que é a ByT Argentina, que é um portal para aluguel de apartamentos, e você escolhe onde quer ficar, e é ótemo para todos os bolsos e famílias ;) Escolhemos este daqui, pela localização, que é ótima, mas o apartamento ficava na frente do elevador (que tinha aquelas portas que você tem que correr duas portas para abrir, ou seja, barulhentas) e tínhamos uma vizinha que não sabia controlar os filhos pequenos, que choravam o tempo inteiro, então este foi o único porém.

O clima estava ótimo, tempo bom para andar e comer bastante, hohoho. Mas me lembrou muito São Paulo no inverno. O ar estava muito seco, nossos narizes sangraram um pouquinho e incomodou um pouco a vista, mas céu azul full time e uma temperatura em média de 16 graus, mucho bom!

Mas o que foi legal mesmo é que pegamos várias dicas de onde comer bem, e não onde comer bem para turistas, mas para os locais, o que foi ótimo, porque nos garantiu um ótimo custo/benefício. Peguei em alguns blogs (blog da Lalai, dicas do Marcelo Barbão, dicas da Rachel Verano, blog da Turista Acidental e dicas excelentes do Fabiano Goldoni - vai lá no dia 11/12/2008) várias referências, então se algo coincidir aqui, não é mera coincidência ;)

Algumas dicas de sobrevivência: NUNCA troque seu dinheirinho logo que chegar em Bs. As. Você vai achar que o único lugar aberto é antes de sair daquela salinha das malas, mas há vida depois de lá. E o melhor, há o Banco de la Nación, aberto 7 dias por semana, 24h por dia, e com a taxa mais justa, é fato. Vale a pena esperar um pouquinho na fila, quando fomos, R$1,00 estava valendo $1,57. Li bastantes coisas falando de trocar pouco dinheiro, só para pegar o taxi até o hotel e alimentação e usar o cartão de crédito. Preferimos trocar uma quantidade que mais ou menos estipulamos para nossa viagem e boa. No finzinho ainda faltou um pouco, mas aí seguimos a sugestão do site do governo portenho, que vale super a pena baixar o guia básico em português. Super útil, ainda mais para quem vai pela primeira vez. Anotem o endereço e telefone da delegacia de turista e do SAME, serviço de saúde de lá.

Outra dica: Soubemos que a cidade está mais violenta, por causa da crise, e até já soubemos de uma morte de um brasileiro por assalto. Então fomos bem mais cautelosos dessa vez, daquelas dicas de andar com dinheiro espalhado pelo corpo, documentos escondidos naquelas pochetes internas, que ficam ou na cintura por baixo da camiseta. Além claro de olho aberto em todos os lugares.

Uma das dicas mais importantes: NUNCA peguem taxi sem ter o nome do Radio Taxi no carro. Primeiro, todos percebem que não somos de lá, por mais que usemos nosso melhor espanhol, acho que é a cara, só pode. Desde que estávamos pesquisando de ir pra lá lemos várias vezes que estavam passando muitas notas falsas, para ficar de olho, aquelas coisas. Assim que chegamos no Banco de la Nación, perguntamos para o atendente sobre isso, e eles têm até um folheto explicativo, mostrando uma dica para reconhecer uma nota falsa. Explico: Eles falam para prestar atenção na numeração da nota que você entregou. Aqueles numerinhos, que você nunca olha, sabe? Pois é, assim como você, a gente não entendeu o porquê daquilo, afinal, se estamos entregando uma nota, é para devolverem algum troco, se for o caso, né? Então, um dia, quase 2h da manhã, saindo de um restaurante de Puerto Madero, pegamos um taxi que estava parado em frente, um carro capengão (comum por lá), mas boa. E o taxista super falante, falando que já esteve no Brasil, se apaixonou por uma mulher na Bahia, e coisa e tal, super simpático mesmo. Aí chegamos e deu por volta de $12. O Kiko deu uma nota de $50 e ele segurou ela e perguntou se não tínhamos menor. Ficamos procurando, e tínhamos um pouco menos que $12, mas ele aceitou de boa e devolveu a nota de $50. Já viram o fim da história? No dia seguinte, quando fomos comprar alguma coisa, o Kiko deu a nota e era grosseiramente falsa. Mas muito, muito tosca. Impressa provavelmente em casa. Ficamos com muita raiva, e a dica que damos é: Sempre peguem Radio Taxi (passa toda hora, em qualquer lugar), tentem conversar com o taxista, para saber o nome dele (usei a técnica de que íamos precisar de taxi pra voltar pro aeroporto, aí eles passam tudo quanto é informação) OU se passarem uma nota alta, não ceda ao capricho de diminuir o valor, ele vai te enganar nesse segundo, pode ter certeza.

Bom, outra coisa legal de lá é que é tudo plano, então não cansamos como aqui, que temos bastantes ladeiras, sobe e desce direto. Mal tem curvas por lá. As quadras são divididas de 100 em 100, não como aqui em que uma rua é de 30 a 40 e a outra de 41 a 120, por exemplo. Então se você está no número 100 de alguma avenida e precisa chegar ao 900, é certo que vá andar 8 quadras.

Bom, agora vamos aos passeios e comilanças de fato. Como falamos no começo, não nos preocupamos tanto com pontos turísticos. Fomos numa de viagem gastronômica, e foram ótimas as dicas encontradas. Vou falando por ordem de data, para facilitar:

Domingo, primeiro dia: Como da primeira vez fomos embora num domingo de manhã, não tínhamos curtido a feirinha de antiguidade de San Telmo, então nosso ponto de partida foi lá. A feirinha é muito legal, nos impressionamos com a quantidade de talheres de prata à venda. Numa pracinha em frente ficamos com a impressão que as pessoas se reunem para dançar um tango, casualmente. Mas não é só na feirinha que tem antiguidades, toda San Telmo é lotada de lojinhas do gênero. Quando fui ao TMDG ano passado comprei uns bloquinhos ótimos de anotação, então uma das coisas que queria comprar eram os tais bloquinhos, e no mesmo bairro tinha uma papelaria que vendia, a Tienda Palácio (Defensa, 926), que apesar de carinha, é linda e tem vááárias coisas que você quer levar pra casa. Uma tentação.

Fomos também a uma padaria indicada, na rua Peru, entre a r. Humberto e r. Carlos Calvo. Muito gostosinha, e apesar de terem falado das empanadas, não gostamos tanto assim, porque era requentada, e a massa acaba ficando meio murcha. Mas os alfajores foram uma ótima dica, é caseiro, e a massa super suave, um ótimo achado.

Ficamos ainda andando pelo bairro, fomos à Cualquier Verdura, uma casa vintage onde tudo está à venda, muito fofa. Fiquei apaixonada pela cozinha! Também fomos à Galeria Mercado de San Telmo (Defensa, 961), com várias coisas antigas. Também tinha uma igrejinha super bonitinha por lá, e ficamos assistindo um pouco da missa em espanhol. Tudo isso para fazer um pouco de hora e ir ao restaurante Brasserie Petanque, super lindo, e bem gostoso. Eu pedi sorrentinos e o Kiko pediu lomo com batatas, e estava tudo muito bom. O atendimento é ótimo, o ambiente é uma delícia. Nossa nota: 9,5 (tanto para comida como custo/benefício).

Segunda-feira: Acordamos com as pessoas pegando o elevador para irem trabalhar e aproveitamos para sair junto. Claro, tínhamos que ir ao Tortoni, uma paixão turística, deliciosa e tudo de bom. Sempre demos sorte, mas em algum dos blogs lemos que o ideal é ir lá depois das 9:30h, porque antes disso é capaz de se pegar fila, pois o pessoal local também vai lá. Depois que conhecemos os tradicionais espanhóis churros com chocolate, ficamos apaixonados. E quando fomos a primeira vez a BsAs, não conhecíamos tal delícia. E agora que voltamos, vimos que na Argentina também é tradição, e lá no Tortoni é divino, fica a dica. Logo depois fomos pra Palermo, em uma livraria indicada maravilhosa, a “Boutique del Libro” (r. Thames, 1762), em que não dá a menor vontade de sair de lá. Boa para tomar um café vendo bastantes livros. Pena que são tão caros :( Depois ficamos andando pelas ruas de Palermo, lindas, e achamos uma lojinha de cd’s que tinha um de “Tango & Beatles”, fácil de deduzir, né? Aí segui a dica do Cláudio Gil de ir à Papelera Palermo. Quase não fomos, achei que era uma papelaria normal….ah como ia me arrepender se não fosse…. é divina, tudo lindo, bem feito, cada papel, cada detalhe… comprei um caderno de papel feito a mão, vários papéis e uma pena metálica, que ainda não testei. Depois andamos mais um pouco e fomos a outra recomendação, o restaurante “El Preferido de Palermo”, onde o escritor Jorge Luis Borges almoçava. Muito aconchegante, é um bar com cara de bar, mas com um charme a mais. Muito barato, pensamos que os pratos fossem pequenos pelo preço. Só engano. Cada um pediu um prato e sobrou um monte. Eu pedi um bife à milanesa e o Kiko pediu uma vacío (fraldinha), e estavam muito bons. Nossas notas: 8 para a comida e 9,0 pelo c/b.

Depois do almoço fomos ao MALBA (Museu de arte latinoamericana de BsAs), muito bom, onde vimos o original do Abaporu (Tarsila do Amaral), Fridah Kahlo, Botero e outros. Não é um museu grande, vale super a pena e não é cansativo. Às terças é fechado. Tomamos um café e fomos para o apartamento, estávamos cansados. À noite acabamos indo à Galeria Pacífico, comemos no Burguer King e tomamos um sorvete de frutas no Freddo.

Terça-feira: Acordamos e seguimos outra dica, a de tomar café no “Café de La Rambla” (Posadas con Ayacucho - Recoleta), um clima super gostoso e sem ser turístico. Nossa pedida foi a dica do chocolate caliente com medialunas. Ótimo pra começar o dia =) E o lugar é lindinho, vale super! Depois fomos ao “El Ateneo”, que é outro da série turística e que toda vez que formos iremos lá. Mas tem que ser o da Av. Santa Fé, que é onde era o teatro, lindíssimo. Vale o cafezinho caritcho com livros para saborear ;)

Andamos mais um pouco e já era hora do almoço. Fomos ao “El Cuartito” (Talcahuano, 937), um lugar super agradável também, onde a recomendação foram as empanadas. Que estavam de fato muito gostosas. Mas aí resolvemos pedir uma pizza, já que vimos que todos estavam pedindo, mas não foi uma boa ideia, não recomendamos. A pizza é razoável, mas certamente se acham melhores, como falaremos mais adiante. Mas o lugar é legal e tem fotos de vários times de futebol e de outros esportes também, com direito a camisa autografada do Maradona e foto do Senna.

Depois fomos à Plaza San Martín, tiramos algumas fotos e voltamos pro apartamento para dormirmos um pouco e ir ao Tortoni à noite para ver tango.

O Tango do Tortoni foi indicado em vários blogs como imperdível, mas honestamente não gostamos muito. É muito teatral, com pouca dança. Falamos isso em comparação com nossa primeira vez, em que fomos à Esquina Carlos Gardel ($245), que se não nos enganamos é um pouco mais caro que o Tortoni ($70) e dá de mil, além de eles terem nos pegado no hotel e ter o jantar incluído. Também teve outra coisa que me irritou, que foi uma apresentação de uma dupla de música folclórica argentina que tocou malambo, e eu tenho um problema sério com barulhos muito altos, me deu vontade de sair correndo dali. Nada contra danças folclóricas, é super legal, mas estávamos ali para ver tango.

Como tínhamos lido que a comida de lá não era muito recomendada, resolvemos ir a Puerto Madero para o jantar, e onde depois levamos o golpe da nota falsa, como falamos no começo. Decidimos jantar no “La Caballeriza” (Alicia Moreau de Justo, 580), que acabou sendo nossa refeição mais cara, apesar de termos dividido um prato. Pedimos uma empanada de carne cada, que foi eleita a melhor empanada de BsAs, onde podemos dizer que é boa, mas não a melhor. Ela é frita, mas o recheioé ótimo, mas mais pareceu um pastel bem recheado que empanada. Dividimos um bife com batatas fritas (pode estar parecendo repetitivo, mas é que a carne deles é sensacional. Se você pede bem passada, não é como aqui que vem quase queimada, simplesmente não vem vermelhona, vem super suculenta e saborosa). Deu super de boa para nós dois. O atendimento foi um pouco lento, apesar de estar bem vazio pela hora (era quase 1h). Bem para turista, mas bem gostoso. Nossa nota foi 9 para comida e c/b 8.

Quarta-feira: Tomamos café no Tortoni e decidimos ir para Belgrano, bairro que mal consta nos mapas turísticos, mas que é a continuação de Palermo e com metrô super acessível. Gostamos de lá, andamos a avenida principal (Av. Cabildo), mas acho que por não conhecermos acabamos nem entrando em loja alguma. Mas lemos que lá é mais barato que comprar na Florida. Fomos mesmo pra lá porque em um dos blogs havia indicação de dois lugares para comer empanadas, e que foram nosso almoço. A primeira foi a “Plaza del Carmen” (Av. Cabildo, 2500), onde foi indicada a empanada caprese. De fato, deliciosa, e o lugar super gostosinho também, mas é mais um grande restaurante que aconchegante. Eu (Bruna) acabo gostanto mais das empanadas de carne, porque as de outros sabores, principalmente com queijo, acabam me parecendo mais uma pizza fechada que empanada. Mas é super gostosa, recomendadíssimo. Acabamos comendo só isso lá porque tinha outro lugar pra ir. E lá fomos nós para o “La Paceña” (Echeverría, 2570), que foi eleita por nós a segunda melhor empanada ever. Como quem nos indicou falou, a massa é imperdível, absolutamente gostosa, acho que eles misturam farinha de milho, fica super crocante e deliciosa. E são feitas na hora. Caímos no erro de pedir uma e depois outra, e o atendende não gostou muito, disse que tínhamos que pedir tudo de uma vez, mas demorou um pouquinho e ficou tudo bem =). Adoramos. O Kiko pediu uma de carne suave e outra de presunto e queijo roquefort, que ele adorou. Eu pedi a de carne suave e depois a de carne picante. Recomendada para quem realmente gosta de coisas picantes, porque nem aguentei terminá-la, hehehe. Nunca tomei tanta coca-cola na minha vida, foi quase 1l para acalmar a língua, hehe. Mas muito boa também, até onde aguentei não me arrependi ;) Nota 10!

Depois fomos de metrô até Palermo e tentamos ir ao Museu Nacional de Belas Artes (Rodin, Monet, Renoir, El Greco, Goya…), mas estava fechado por causa de uma paralisação dos funcionários (manifestações são super comuns por lá. Povo mais politizado.), então voltamos pro apartamento, descansamos um pouco e fomos jantar. Que jantar. O melhor jantar ever. Fomos também por uma indicação no “Soberbo 22″ (Fitz Roy, 4691), em Palermo. Pedimos uma salada de rúcula com tomate cereja, tomate seco, queijo parmesão, palmito e cogumelos (super bem servida, dividimos tudo), pedimos uma carne e uma batata com cebola (tem um nome, esqueci qual…), além da entradinha cortesia de duas empanadinhas de carne e pães com um molhinho delicioso. Perfeito! Nota 10!

Depois fomos ao “The Cavern Club”, onde só tocam bandas covers dos Beatles (dã) e que tínhamos ficado na vontade na primeira vez que fomos. Foi a banda Rolldies que tocou, e basicamente o lado C dos Beatles, hehe. Gostamos, mas o baterista, segundo o Kiko, era muito fraco e não merecia os pratos Zildjian que eram tocados, hehehe.

Quinta-feira: Resolvemos arriscar e seguir uma sugestão de ir pra Recoleta e escolher um café aleatório para tomar el desayuno. Nos agradou o Café Victoria, com o patiozinho lindo e cheio de árvores perto, é em frente à pracinha do cemitério. Como era nosso último dia, caprichamos, pedimos um super café, e estava delicioso. Tenho um sério problemas com pombos. Nunca gostei deles, e a definição mais exata que já ouvi foi a do meu professor de Biologia do colégio, que era que “pombos são ratos com asas”. E como era aberto e com comida, o que tinha bastante eram pombos gordos e querendo nossa comida. E como tem em qualquer lugar, tem uns espertões sempre dando comida para eles. Mas, resumindo, tem bastantes pombos. E por favor, não dêem comidas aos pombos.

Depois fomos ao Museu de Belas Artes, e estava aberto =) Curtimos muito, super vale a visita. O segundo andar foi um pouco dispensável para nós, mas para quem gosta de cultura local, é deveras interessante!

Depois ficamos andando pela Recoleta, que é lindíssima, e fomos a uma última sugestão de empanadas. O “La Cholita” (Rodriguez Peña, 1165), onde a sugestão era carne picante. O lugar é lindo, mas quando fui pedir a empanada, ele disse que era ao lado, que era do mesmo dono, mas que a especialidade era massas. Meo Deos. De novo. Meo Deos. Massas para nenhum, nenhum paulistano pôr defeito. DI-VI-NO. Chama-se “Cumaná”.  O clima é delicioso, as empanadas divinas. Íamos ficar só nas empanadas assadas em forno a lenha (pedimos de carne e carne picante, que era picante mas suportável), mas não resistimos, vimos alguns pratos serem servidos e ficamos com água na boca. Pedimos um calzoni GRANDE (não sabíamos que era tão grande, dá perfeitamente para 4 pessoas com muita fome) de presunto, queijo e champignon. E além de ser assado em forno a lenha, vem com muita cebola com orégano em cima. Muito, má muito gostoso. Pedimos 3 cocas-colas também e sabem por quanto saiu tudo isso? $50 já com gorjeta. Pena que foi o último que fomos, mas foi perfeito.

Depois fomos andando bastante (para diminuir a culpa na consciência de ter comido tanto) e chegamos no apê. Fomos ao Tortoni pela última vez para comprar 2 canecas e tomar um cafezinho con crema, perfeito claro.

E por último, voltamos pro apê, tentamos dormir um pouco e fomos embora… A viagem foi ótima, valeu super a pena, é uma cidade encantadora.

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