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São Paulo

Postado por bruna em Jan 25, 2009 em Sampa, infância, orgulho

À minha cidade querida dedico muitas memórias.

Desde as idas aos domingos ao Parque da Aclimação, onde quando criança pegávamos o trenzinho que dava a volta no bairro, e parecia enorme, até a Av. Chucri Zaidan, palco do meu primeiro e único emprego na cidade, onde mudou minha vida.

O colégio na Liberdade, e estar acostumada a ir sempre à Galvão Bueno, na Ikesaki, ou no Shop. Santa Cruz, Paulista, o Ibira, são coisas que vêm em lembranças avassaladoras de como amo essa cidade.

Não é perfeita, nenhuma é. Nunca conheci mais que metade da enorme metrópole. Talvez nem 25%. Mas a amo, e muito. Os paulistanos não são tão sérios quanto se diz por aí. Gostamos de balada, de boa música e boa comida. E fazemos muito bem tudo isso.

Cidade que às vezes dá nos nervos de tão cinza que é às 7:30h. A geografia foi maldosa nesse aspecto. Em comensação, nossos espaços são mais bem divididos. Também estamos perto da praia, por incrível que possa parecer. 1h e estamos lá.

É uma cidade bonita também. De arquitetura de Ramos de Azevedo espalhadas por muitos cantos da cidade, de prédios muito estranhos e feios também.

São Paulo não é uma cidade qualquer. É o coração econômico do Brasil, tem muitas facetas e falsetes.

E hoje, tão bem acolhida em outra grande capital, tento achar todos os meios possíveis para voltar para casa. Minha cidade tão querida. Só minha, onde me sinto à vontade para andar sem me preocupar, por mais que tenha que me preocupar, mas é como se conhecesse cada cantinho, cada lugar exato por onde vou passar. Tudo bem, não é beeem assim, mas bem poderia.

Penso nela todos os dias, praticamente. Sinto falta, saudades, sempre que vou é uma alegria. Comer pizza, esfiha, coisas com muzzarela ao invés de queijo minas, escarola ao invés de chicória, ouvir os “meus” e “faróis” e abrir um largo sorriso…

Parabéns, São Paulo!

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Terra adorada, Brasil

Postado por bruna em Aug 24, 2008 em cultura, orgulho

Pois é, as Olimpíadas acabaram, ganhamos poucas e suadas medalhas.

Adoro o espírito olímpico, claro à parte o lutador cubano ou o sumiço da vara da Fabiana, pelo esforço individual, pela garra, pelo objetivo a ser alcançado.

Fantástico. Se eu fosse esportista, acho que apostaria na natação. É meu esporte preferido, que me faz bem e que me faz querer melhorar.

Mas quero falar é sobre ser brasileira. Por que tenho orgulho de ser brasileira? Eu tenho muito orgulho de ser brasileira. Mas confesso que às vezes é desanimador. É aquela relação de irmão, eu posso falar mal, mas se alguém fala, viro bicho. Que nem a propaganda das Havaianas (vejam, vale muito a pena).

Tenho orgulho de ter nascido num país tão bonito, com pessoas misturadas, com pessoas tão dedicadas, com uma música tão bonita.

Não tenho orgulho dos nossos políticos, do tanto de impostos que pagamos para ir parar em contas na Suíça e termos que pagar os serviços que deveríamos ter gratuitamente por direito. Não tenho o menor orgulho disto.

Mas quando vejo nossa bandeira, quando ouço nosso hino, não tem jeito, tenho que segurar as lágrimas, porque apesar de tudo, tenho muito orgulho de ser brasileira.

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