Professores
Sempre tive admiração especial por meus professores. Acho uma profissão ingrata no Brasil, e ao mesmo tempo extremamente importante. As palavras de um, sejam boas ou não, sempre deixam marcas. É o exemplo, afinal.
Não sei se sou chata ou o quê, mas não costumo aceitar tudo muito quieta, e hoje, na faculdade, fiquei chocada com certas palavras da professora de Produção Gráfica. Lá o sistema é um pouco diferente, pois não é semestral, e sim trimestral. Todo fim de trimetre a coordenação nos encaminha um formulário de avaliação completo para preenchermos. Tivemos uma matéria com essa professora no primeiro e segundo trimestre, e na avaliação ela não foi muito bem e teve até uma reclamação pesada na coordenação contra ela, levando ela a nos falar e perguntar o que havia de errado. Isso quase entre lágrimas.
Passou quase um ano, e ficamos sabendo que ela voltaria a nos dar aula. Todos ficamos apreensivos, afinal já tínhamos a experiência. Ficamos um pouco receosos, não quisemos julgar nada, afinal essa matéria de agora é realmente a área dela, onde ela diz que trabalhou por vários anos, tal… Mesma coisa. Sabe aquele professor que não empolga, que não tem auto-confiança? Acho que é o que um professor precisa. Temos um outro que o pessoal reclama, de Projeto, mas o cara continua a aula dele. Todo mundo falando, foda-se, ele dá a aula na boa, não perde o fio, se alguém pergunta ele responde até vc tentar entender. Ela não. Vc pergunta e ela responde “ah, porque é assim”. Simples assim.
Hoje tivemos um trabalho final para entregar. A proposta dela foi cada um fazer um cardápio para um restaurante japonês novo. Tivemos que usar um software diferente do acostumado, o InDesign. Até aí, tudo bem, apesar de ter demorado mais de 2 meses pra conseguir instalar no meu computador. A super aula de iniciação ao software foi um ppt com as ferramentas e o que elas faziam. Zuper legal. Sussa, temos que realmente aprender ferramentas novas, o mercado tá aí pra isso. Contanto que realmente aprendamos [muito bem] o básico na facul, o resto temos que ir atrás, é isso aí.
Durante as aulas [maçantes] tivemos nas partes finais uma parte prática, e ela dava assistência. Então, na teoria, você teria feito todo o cardápio durante as aulas. Ou então, durante outras aulas, ham-ham, como vi gente fazendo e muito, pois não tinha conseguido o software pra instalar em casa ou não tinha máquina pra isso. Beleza, foi passada a idéia, pra maioria da classe, de que a parte impressa era fundamental. Óbvio, trabalho final caprichado = fim de semana e noites em claro. Dedicação, claro, só assim aprendemos.
Nas aulas, aprendemos a diagramar. Parte impressa, não. Nem como exportar decentemente pra PDF aprendemos, foi na marra. Isso que temos gente na sala que trabalha com impressão e também teve dificuldade.
Vamos aos fatos. Você não dá uma aula 100%, você não exige 100% do aluninho, como se ele tivesse a mesma experiência ou como se tivesse uma p… visão profissa e tudo fosse tão simples e fácil.
Quando chega uma determinada hora, a professora diz que precisamos ter isso, ter aquilo, que no mínimo tínhamos que ter uma impressora em casa. Detalhe, a faculdade tem um bom número de bolsistas ProUNI, que portanto estudou em colégio público no colegial e que só pra ir pra faculdade já é complicado. Tem gente muito boa lá, inclusive pessoal bolsista, porque estamos numa era em que a Internet é acessível, ainda mais numa faculdade de informática, e que portanto, não precisamos ir à França pra conhecer o Louvre.
Aí pergunto: “então temos que ser de elite pra ser designers?”. A resposta da professora, pro-fes-so-ra: “Ué, mas você não sabia? É claro que precisa ser, pois precisa viajar, ter uma experiência visual que não são todos que têm”. Acrescente a isso um tom de indignação da parte dela com minha pergunta.
Aí na avaliação do trimestre, TODAS as minhas respostas, visto que não é tomada atitude alguma sobre o tempo que gastamos preenchendo o formulário que seria para melhorar: Não Sei. Virei ignorante. Não sei mais nada.
Detalhe, ela mesma nos disse que será nossa professora novamente trimestre que vem.
Me vem uma frase à mente do Tropa de Elite, mãããs… pingo é letra, né?
[update] Hoje o coordenador do curso nos falou que estava indignado com a colocação da professora e disse que ela não nos dará mais aulas trimestre que vem. Devo também tomar cautela em dizer que nada é feito por lá. Muita coisa já foi feita sim, mas tem coisas a melhorar sempre. [/update]
se pra ser designer segundo ela tem que ser elite, pra ser professor tem que ter o minimo de preparo e jeito pra saber lidar com os alunos… e parece que ela não tem nem um pouco
talvez com o tempo ela aprenda… mas aí vcs já vão estar formados hauhaha
Pois é, cara Bruna…
Das proezas da professora Thaís (que você esqueceu de incluir que, ela também não domina quase nada do programa e está passando trabalhos para a gente nele), essa eu admito, não esperava.
Inacreditável alguém no posto dela dizer - ainda mais com aquele tom - que você TEM que ter dinheiro para poder ser designer. Eu mesmo sou um dos bolsistas do PROUNI e não tenho “capital” para fazer as viagens que ela disse que temos que fazer para conhecer outras culturas ou adquirir um acervo visual muito maior do que o das outras pessoas.
Mas como você mesmo disse, hoje, no mundo globalizado em que vivemos, com a internet aí para todo mundo, cada vez de mais fácil acesso, é IRREAL você dizer que uma pessoa TEM que ser de elite para poder ser designer.
Eu fiquei muito revoltado, principalmente porque eu estou na ponta oposta do que seria uma “elite” e mesmo assim sempre me esforço para continuar entre os primeiros na turma. Também trabalho numa ONG onde jovens de baixa renda que não fazem viagens e coisas do gênero fazem obras de artes espetaculares.
Realmente foi uma mancada muito grande, esta da Thaís. Não creio que para ser artista ou designer, você precise ser de uma elite. Basta dedicação, criatividade e vontade de se desenvolver.
Abraço Bruninha! o/
olá Bruna!
Não tem aquelas frases: “Eu fui ao rock in rio”. Pois é, eu posso dizer: Eu estiva lá quando ela disse aquela ASNEIRA!
Reconstituição pessoal
No momento exato eu estava em minha estaçao(computador)terminando de passar o meu trabalho(cardapio) para o pendrive para apresentação e derrepente ecooooou a voz da professora e como um raio tomou-me a atenção. Aquela frase que ela disse me fez pensar que ela deve achar que todos que estão ali cusasando ali faculdade são ricos e de elite, mas tão enganada ela está que eu também não me encaixo nesse perfil. Oras, me senti excluído e menosprezzado segundo afirmação dela! Afirmação tal, preconceituosa e hipócrita! Assim como eu, muitos pagam essa faculdade caríssima sacrificando boa parte da renda ou com o auxilio dos pais ou do governo(ProUNi) visando qualidade e estrutura. E falando em estrutura, temos uma impressoa em nossa sala em não podemos usar conscientemente e sem deperdicio…! como pode isso?! Cadê a estrutura?! Fora que essa professora “brilhante” não nos ensinou adequadamente como fechar arquivos para impressão e tivemos problemas até com a impressão na gráfica! Infelizmente com essa professora nossa faculdade perde muita qualidade!!!
Espero , sinceramente, que ela NÃO CONTINUE!!!
Desculpe pelo desabafo Bruna, mas foi o tal indignação que me gerou! Poxa, eu me formei em tec em informatica e mexia com programação. Derrepente me voltei para o mundo do design com tanta paixão e admiração e ouvir isso da professora me deixa chateado e desmotivado
Valew pelo post!
Bjs Bruninha!
Como professor, fico chocado com a postura desta professora. De cara, esta declaração de que para ser design é preciso ser da elite é totalmente preconceituosa e mesmo ridícula. Como já mencionaram, ainda mais em uma época em que a internet permite a todos conhecer culturas diferentes, ter visões diferentes e aprender com isto. É claro que, para quem PODE, é importante viajar e conhecer pessoalmente outros lugares e culturas. Mas, pra mim, a declaração da professora (que, pelo que entendo, se considera parte da elite viajada) só comprova que simplemesmente o fato de viajar não torna a pessoa mais inteligente ou melhor…
Outro ponto, o das avaliações do professor, envolve tanto uma postura crítica do próprio professor como também da instituição. Sempre recebi as avaliações que eram feitas pelos meus alunos e as analisava para ver onde estavam minhas falhas e deficiências, a fim de melhorar. Mas, não cabe só a mim esta análise. Também a instituição tem que avaliar se vale a pena manter o professor na instituição ou se deve substituí-lo. Ter uma avaliação geral negativa de uma turma demonstra que, no mínimo, no mínimo, a professora deveria ter sido advertida e deixada avisada que, caso a situação não melhorasse, seria substituída. Na minha visão, é isto que torna uma instituição séria em sua função de ensino. E espero que sua universidade demonstre isto tomando alguma atitude.
Pra terminar, faz parte da função de professor, além de ser conhecedor da matéria, ser humilde para reconhecer quando não sabe alguma coisa e os erros, além de ser incentivador da busca por conhecimento e desenvolvimento dos alunos. Estímulo é fundamental. E é o que parece que está faltando nesta professora.
Parabéns pelo post e desejos de que a situação seja resolvida.
Acho que ela foi muito infeliz no comentário dela e não é o primeiro.
Me lembro de uma vez em que ela mesmo disse: “Design não da dinheiro”.
A questão é a seguinte, se não da dinheiro e é necessário fazer parte da elite pra poder ser, então design agora é um hobbie né.
Já não é a primeira vez que ela faz um comentário infeliz, e pra melhorar as aulas delas estão gerando cada mais insatisfação.
Muita gente nem se importou, mais o dia que ela falou aquele “v… s. f…” dentro de sala, eu achei ridículo, e muita gente viu como uma atitude normal, pois ela estava falando com um amigo dela.
A questão não é se estava falando com um amigo ou não, a questão é que ela está dentro de uma sala de aula, fazendo seu papel como professora e nós como alunos, deve exister o respeito de ambas as partes.
Acho que com todas as reclamações sobre o mesmo professor novamente, alguma atitude já deveria ser tomada.
E sinceramente, acho que o melhor pra turma no momento, seria outro professor. Não da pra apertar a mesma tecla pela quarta vez, já não deu certo, e está mais do que provado que vai continuar do mesmo jeito.
Vamos por parte?
1° Parabéns pela coragem. Você mais uma vez demonstrando a coragem que todos não tivemos. A de encarar a verdade de frente, nua e crua como ela realmente é.
2° Realmente temos que agradecer ao Cereja, seus esforços para ajustar a faculdade as nossas necessidade e expectativas. Dentro do possível isso tem sido feito. De forma lenta, mas tem sido feito. Porém, toda publicidade do INFNET, postura dos profissionais e forma com que a qualidade está subentendida na estrutura que ele nos apresenta, me levou a pensar que a instituição se anteciparia a essas reclamações e não precisar que nós tivéssemos que falar isso 1, 2, 3 vezes… Acredito não só eu, mas muitas outras pessoas também esperavam uma postura pró-ativa da faculdade e não essa postura acomodada, que nos passa a impressão que preguiça e descaso.
3° Não entendo o que leva uma empresa com o tempo de mercado do INFNET, com os profissionais qualificados que ela possui em sua gerência, pelo grau de excelência que a mesma busca, ainda ter em seus quadros professores como Thais. Perdoe-me ela, perdoe-me os amigos dela e seus admiradores, mas esse tipo de favoritismo em nada engrandece a faculdade. Ter uma professora doutora disso ou daquilo, mestrado e doutorada por essa ou aquela instituição não implica necessariamente em sucesso dos alunos, dela como educadora, ou da instituição em si.
Sei que é uma exigência do MEC uma quantidade X de professores doutores, uma quantidade Y de professores Mestres e assim vai.
Essa é minha terceira faculdade de design gráfico, e explico por que: as outras não conseguiram encontrar profissionais para iniciarem as aulas. Acredito eu que o INFNET, igualmente a essas outras instituições, teve lá suas dificuldades para contratar suas Biancas e Thaises.
Com toda sinceridade, acho que nesse trimestre a Thais conseguiu ser pior do que no trimestre anterior. Pois fundamentos e conceitos são pra ser lidos, debatidos, esclarecidos e fixados. Não tem muito que fazer além de compreender. Tudo bem que ler é chato às vezes, que a maioria acha PPT um saco, mas em fim, paciência. Agora, nesse módulo de produção gráfica, eu esperava muito mais ação e interação do que nos foi passado. Esperava ver e tocar em muitos tipos de papel, de tintas e conhecer mais sobre formatos de arquivos, ver impressoras dos mais variados tipos também. Sei lá, ser inserido nesse mundo gráfico de maneira mais real e menos virtual.
Se como professora ela não esteve em seu melhor momento nesse módulo, eu acredito que ela perdeu muito também como profissional em si, ao dizer frases como:
“daqui a pouco eu vou ter que ir aí fazer pra vocês”;
“ah, vai se fuder Fernando”;
“design é coisa de elite”.
Como mais autêntico representante da classe anti-elite eu estou extremamente ofendido como uma postura de alguém que eu esperava no mínimo respeito.
Como eu mesmo disse na apresentação do meu trabalho do cardápio, nesse país, ter dinheiro não é sinônimo de ter cultura, tanto que nossa elitizada professora desconhecia o fato da cidade de Tokyo possuir uma torre de TV gigantesca no seu centro financeiro e que esse é um ícone turístico dessa cidade. Paciência né, talvez Tokyo não seja uma das INÚMERAS cidades que ela já visitou.
Apesar de mexer em computador a mais de 12 anos, de usar internet desde seus primórdios em 1996, nunca tive impressora em casa e isso não me faz menor ou menos sábio do que muitos que possuem multifuncionais em casa e que muitas vezes não sabem nem transferir um arquivo para um pendrive.
Se “ser da elite” é um requisito pra se ser um designer, como nossa professora disse, acho que a faculdade é no mínimo contraditória ao oferecer no seu vestibular vagas para o PROUNI (Programa Universidade para Todos – programa do Governo Federal , implantado no governo Lula em 2004, destinado a estudantes da rede pública que comprove renda per capita familiar máxima de três salários mínimos – “carente”), no qual eu me enquadro, num curso dito pra pessoas da elite!
Como explicar, por exemplo, que o Aluno André Thiago, beneficiário desse programa assim como eu, tenha vencido o concurso de cartazes para a semana de design digital dessa instituição? Alunos como o Leonardo que obteve ótima classificação geral, dando a ele direito a descontos na mensalidade, caso também não fosse beneficiário do programa. Como a professora pode ver, pessoas como nós que estamos na contramão da dita “elite”, tendo que andar de trem, e muitas vezes fazer sacrifícios e privações, mesmo assim conseguimos nos destacar ou fazer algo que a “elite” considera valoroso. Mesmo por que, sei que poucos ali pagam a cara mensalidade do curso com as “mãos nas costas”.
Eu sinceramente, só tomei conta que optar por um curso recém criado poderia ser um risco, muito tardiamente. Mas confiei ao prestígio e seriedade da instituição não só a minha escolha, depositei ali também meu futuro. E tenho sido muito condescendente com a instituição. Mas sinceramente as vezes começo a pensar duas vezes.
Após 4 trimestre ouvir de nosso coordenador que “fica feliz em saber que nós chegamos a conclusão que desejávamos ver mais conceitos e focar menos nas ferramentas”… no mínimo me deixou perplexo. Isso era o que eu esperava desde o início!
Veja bem: quando entramos na faculdade acho que estávamos com Photoshop CS. Depois veio o CS2, o CS3 e acho que agora os últimos truques que o professor de imagem digital/fotografia foi no PS CS3 Extended…(minha máquina já não suporta mais nada… vou ter que trocar por conta disso). Vejam quantas versões já passamos e quantas ainda virão. Tivemos que, do dia pra noite, arrumar o InDesign CS3 e como já foi dito penamos pra instalar. Eu só espero ter uma memória de elefante pra, depois de dois anos, lembrar de todos os detalhe do Dreamweaver CS2 ou ter aprendido sozinho as futuras versões até a época da certificação…. não sei porque não foram aplicadas na conclusão dos módulos…
Eu insisto. Do jeito que nosso curso vem andando, nosso diploma terá um prazo de validade. Se nos formamos e ficarmos um ou dois anos fora de tudo, das tendências, do mercado, das novidades e versões, viajando pelo mundo ou fazendo outra coisa fora do meio, estamos fadados a nos tornar inaptos a trabalhar com isso. Diferente de um médico, advogado, arquiteto, engenheiro etc. Não quero ser ridículo ou utópico em ignorar que o mercado web e digital é assim dinâmico, rápido mutante! Mas entendam que eu to falando de idéia e conceitos… de criatividade. Ter isso em você te habilita a trabalhar em qualquer época. Independente da ferramenta. Niemayer desenha uns rabiscos em um guardanapo e manda pra um equipe de engenheiro e “CADdistas” que tornam real e viável a IDÉIA de um simples arquiteto. É essa Pessoa que eu achei que nós seríamos ao final do curso. Que seriamos A Pessoa capaz de criar algo diferente e não de ser o “gênio do Photoshop”, do Dream, do InDesign. Ser a pessoa que faz a diferença, seja no PC ou no papel de pão. Não sou contra a ferramenta. Adoro aprender uma ferramenta nova. Mas quando é pra aprender ferramenta colocam professores que não são nada alem de usuários comuns, não vivem daquilo ali, não fazem nada de excepcional com a ferramenta. Ficam ali levando dúvida pra casa pra trazer na aula seguinte… pedindo ajuda a aluno… lendo tutorialzinho na bancada… por favor gente! Isso é no mínimo medíocre! O INFNET se prestar a esse papel com a gente é algo assim que eu nunca podia imaginar!
Quero só terminar reafirmando que ainda sou uma pessoa que confia na Instituição, que tenho sim orgulho de dizer às pessoas que estudo no INSTITUTO INFNET e que espero ter apostado certo, porque a faculdade pode ser muito mais do que ela acha que é e que ela está muito aquém do que se diz ser. Estamos aí pra ajudar ela a chegar lá, basta ela querer.
Ainda me lembro do primeiro dia que entrei na sala e todas aquelas 40 e poucas pessoas que ali estavam, tinham um tanto pra enriquecer a vida de cada um de nós e hoje restam poucos mais de 20… e gostaria muito que no dia que eu me formar não tenham apenas meia dúzia de amigos pra eu abraçar…
Ah, dessa meia dúzias Thais, 3 serão alunos que NÃO PERTECEM A ELEITE!
Só um erro em uma coisa walten, não é só pq vocês 3 tem prouni que são os únicos “não-elite”. Muita gente paga a facul, mais naquele esforço também.
É queridos amigos, que coisa não?
Um bjão para todos e para ti amiga Bruna, e boa sorte nas próximas etapas.
Estudo na PUC-rio e os professores não são de explicar direito as matérias…pressupoe-se que vc já tem base para isso, Isso é horrivel como sofri lá..Essa classe se sente uma estrelinha, não descem do pedestal..Se não sabe isso te vira.Muitos poucos são bons educadores no meu curso só contei 2, temos que correr muito atras se quisermos aprender, quanto aos softwares a PUC oferece as licenças dos principais softwares as alunos isso facilita muito nossa vida.